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CONHEÇA OS NOSSOS PRINCÍPIOS!

26 de Abril de 2011, 21:00 , por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Estes princípios norteadores são que utilizamos para que um produto seja ou não disponibilizado na Rede, ou seja, todos os produtos desta loja virtual seguem a pelo menos um destes princípios:

Agricultura Orgânica

27 de Abril de 2011, 21:00, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - 0sem comentários ainda

É a produção de alimentos e outros produtos vegetais que não faz uso de produtos químicos sintéticos, tais como fertilizantes e pesticidas, nem de organismos geneticamente modificados, e geralmente adere aos princípios de agricultura sustentável.

A sua base é holística e põe ênfase no solo. Os seus proponentes acreditam que num solo saudável, mantido sem o uso de fertilizantes e pesticidas feitos pelo homem, os alimentos tenham qualidade superior a de alimentos convencionais.

Este sistema de produção, que exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos e produtos reguladores de crescimento, tem como base o uso de adubação verde, rotação de culturas, compostagem e controle biológico de pragas e doenças. Pressupõe ainda a manutenção da estrutura e da profundidade do solo, sem alterar suas propriedades por meio do uso de produtos químicos e sintéticos.

Para mais informaçõeshttp://www.portalorganico.com.br/



Economia Solidária

27 de Abril de 2011, 21:00, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - 0sem comentários ainda

Economia solidária é uma forma de produção, consumo e distribuição de riqueza (economia) centrada na valorização do ser humano e não do capital.

A economia solidária é um modo específico de organização de atividades econômicas, sejam elas a produção, o consumo e a comercialização de bens e serviços . Ela se caracteriza pela autogestão, ou seja, pela autonomia de cada unidade ou empreendimento e pela igualdade entre os seus membros.

Os empreendimentos da economia solidária buscam implementar soluções de gestão coletivas, democráticas e autogestionárias. As decisões mais importantes costumam ser tomadas em assembleias de sócios, em que vigora o princípio de que "cada cabeça é um voto" de igual peso, sem que importe a função ou posição administrativa desse sócio no empreendimento.

Dentre os instrumentos usados para facilitar a comercialização dos produtos da economia solidária, como alternativa ao escambo e com finalidades específicas, existe a moeda social.

Pode-se dizer também que é fundada em relações nas quais as práticas de solidariedade e reciprocidade não são utilizadas como meros dispositivos compensatórios, mas sim fatores determinantes na realidade da produção da vida material e social.

Para saber mais sobre este tema clique aqui.



Responsabilidade Ambiental

27 de Abril de 2011, 21:00, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - 0sem comentários ainda

No mundo as previsões que eram para aproximadamente daqui a dez anos. Estão se concretizando no nosso dia-a-dia. Os cientistas estão perplexos, pois o Efeito Estufa como um instrumento de diagnóstico tem atingido níveis terríveis e gradativos diante um planeta explorado, sucateado pelos mecanismos de exploração do homem. O que se esperava foi deixado de lado em função de uma economia globalizante ferrenha que aumenta a emissão de gases, ampliando ainda mais esse efeito, transformando nossa atmosfera em uma estufa. Tal fato tem gerado danos climáticos cuja irreversibilidade se torna cada vez mais visíveis, diante do comportamento da natureza.

Transformação da floresta amazônica em savana, aumento da temperatura em 4%, acima da média do planeta, com picos de mais de até 50º C até 2070, diminuição da quantidade de chuva na região e períodos de seca mais longos. Essas informações podem até parecer roteiro de filme de ficção científica, mas na realidade é apenas algumas das previsões para a Amazônia feitas por modelos matemáticos, por alguns dos cientistas que compõem o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). As mudanças acontecerão caso o homem não faça nada para frear o aquecimento global, o qual é causado pela emissão de gases (gás carbônico, óxido nitroso, entre outros) do efeito estufa emitidos para a atmosfera. O principal fator é a alta atividade industrial humana somada à emissão de gases pelo desmatamento em florestas como as da Amazônia.

Atualmente estamos vivendo um momento em que nosso planeta passa por profundas crises devido a forma irresponsável que tratamos ela durante anos. Devemos nos preocupar em mudar nossos hábitos de consumo e produção, fazendo com que estes tenham um menor impacto no meio ambiente.



Agroecologia

26 de Abril de 2011, 21:00, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - 0sem comentários ainda

A agroecologia pode ser vista como uma abordagem da agricultura que se baseia nas dinâmicas da natureza. Dentro delas se destaca a sucessão natural, a qual permite que se restaure a fertilidade do solo sem o uso de fertilizantes minerais e que se cultive sem uso de agrotóxicos.

Basicamente, a proposta agroecológica para sistemas de produção agropecuária faz direta contraposição ao agronegócio, por condenar a produção centrada na monocultura, na dependência de insumos químicos e na alta mecanização, além da concentração de terras produtivas, a exploração do trabalhador rural e o consumo não local da respectiva produção.

Um produto agroecológico ele vai além do produto orgânico, pois além de não conter insumos químicos em sua composição, contribui significativamente para a sustentabilidade ambiental. A Permacultura, por exemplo, é considerada uma prática agroecológica.

Para saber mais sobre este tema clique aqui.



Agricultura Familiar

26 de Abril de 2011, 21:00, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - 0sem comentários ainda

Entende-se por agricultura familiar o cultivo da terra realizado por pequenos proprietários rurais, tendo como mão-de-obra essencialmente o núcleo familiar, em contraste com a agricultura patronal - que utiliza trabalhadores contratados, fixos ou temporários, em propriedades médias ou grandes.

No Brasil, a agricultura familiar foi assim definida na Lei nº 11.326, de 24 de julho de 2006.

Para esta lei considera-se agricultor familiar aquele que pratica atividades no meio rural, atendendo, simultaneamente, aos seguintes requisitos:

I - não detenha, a qualquer título, área maior do que 4 (quatro) módulos fiscais;
II - utilize predominantemente mão de obra da própria família nas atividades econômicas do seu estabelecimento ou empreendimento;

III - tenha renda familiar predominantemente originada de atividades econômicas vinculadas ao próprio estabelecimento ou empreendimento;

IV - dirija seu estabelecimento ou empreendimento com sua família.

São considerados agricultores familiares não somente os que plantão frutas e verduras, mas também cultivadores de também aqueles que cultivam peixe, organismos aquáticos, dentre outros.

Compra do agricultor familiar promove a distribuição de renda direta através do consumo.